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10月30日
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Quem sou? António Zumaia
Eu sou o homem que sou… Quebro o gelo e vou em frente. Em amor todo me dou, chego até a ser demente.
Penso em rosas e ternura, que deusa será meu templo; Essa estrela de ventura, que pela noite contemplo.
Sou o homem que me dou; Meu coração é aberto, o pobre que nunca amou, de tristeza está coberto.
Porque um corpo não é templo, onde o amor vou rezar; Pode ser o meu contento, mas não o posso amar.
Só aquela que é divina, é reflectida na lua, água pura e cristalina, na mulher tão bela e nua.
Das estrelas escolherei, aquela que mais brilhar; Pela vida espalharei, o quanto é belo amar.
Sou mesmo o homem que sou… Meus poemas têm perdão; Neles que todo me dou, sem amor no coração.
Sines - Portugal

| 8月3日

Essa rosa António Zumaia
As rosas orvalhadas do seu chão; Atapetando assim o seu destino. Perfazem a mais bela ilusão e fazem do poeta um peregrino. Procura a beleza que um dia, desfrutou na vida… a triste sina. Ao ver que nos espinhos se feria e nesse seu perfume de menina.
Na liberdade que os deuses lhe deram, usou essas pétalas no prazer. Então os deuses quando o souberam, viram que não merecia sofrer.
As pétalas marcaram poesia, naquele divino livro da vida. Nos versos que o poeta escrevia, é divinizar a mulher querida.
Perdeu-se nas pétalas ressequidas, mas fez poemas à bela e formosa… Abraçou essas pétalas queridas; Pois na verdade, amou aquela rosa.
Sines - Portugal
03/08/2008

| 7月7日
Doce mistério António Zumaia
És mulher doce mistério. Enfeitada. Rosa minha; Desta alma refrigério, do meu corpo a rainha.
As rosas na tua cama, é lua no roseiral… Branca e nua por mim chama, sem do amor um sinal.
Deu tudo, mas acabou… Farta lua que me chama, a melodia findou, nas rosas da tua cama.
Nessas pétalas perdida, dádiva sem ter pudor… Não foi sonho, não foi vida; Porque não houve amor.
Estoril - Portugal

| 3月26日
Amor e Rosas António Zumaia
Sonhem rosas meu destino, perfumem a minha vida... Já velho , mas sou menino, para a mulher mais querida.
E tanto amor quero dar... Por as rosas no teu leito, fazer amor... e amar; Apertar-te a meu peito.
Ao beijar-te docemente, dos teus lábios... o sabor. Ficarei eternamente, bem preso... ao teu amor.
Foi a vida que me deu, o teu perfume de rosa... Para mim ela escolheu, a mais bela... e formosa.
Mas tem espinhos esta flor, que me rasgam em saudade... É esse mar... que é dor; Separa-me... na verdade.
Aperto a rosa de amor; Há sangue na minha mão, é o vermelho da flor... Que é cor do meu coração.
Minha saudade que grita, quero rosas nesta vida; Pois essa mulher bendita, noutras terras... está perdida.
Então grito como louco, quero as rosas no meu peito; A vida dá-me tão pouco, quero a mulher... no meu leito.
Sines - Portugal 05/04/2005
| 1月14日
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As Rosas
António Zumaia
Dá-me as tuas rosas de amor, Cujas pétalas são vida... Os espinhos, não tem a dor E nem fazem qualquer ferida.
Tu nesta flor… ó! Como eu amo. Entras em mim como perfume. Somos um só mas estrelas chamo; Quero a luz, de brando lume...
Dá-me as tuas rosas de amor; A tua vida eu quero ter, ser o teu amante e senhor...
Teu perfume, rosa a viver, são dois amantes em esplendor, quero nos braços te acolher...
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